Luís Sepúlveda recusa-se a aceitar o fim do livro de papel
Escritor tem mais de 40 anos dedicados à literatura
Com mais de 40 anos dedicados à literatura, Luís Sepúlveda recusa-se a aceitar o desaparecimento do livro em papel e apresenta-se como um firme defensor do livro, em oposição aos leitores eletrônicos, objetos “frios e sem personalidade”, na sua opinião. “Fala-se muito sobre a mudança do livro, mas acho que, pelo menos nos próximos 30 anos, o livro de papel vai continuar a ser favorito, pela enorme sensualidade que tem o objeto”. O livro, nas palavras de Sepúlveda, é “algo quente, plenamente manipulável”, enquanto o método eletrônico é “um objeto frio, sem personalidade, que não diz nada”. “Prefiro os velhos livros. Também tenho um reader, mas utilizo-o apenas para consultar o dicionário.”
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