João Paulo Cuenca lança romance em Portugal
O jovem romancista João Paulo Cuenca, que foi a Portugal para lançar o seu segundo romance, O dia mastroianni, nunca pensou em ser escritor, mas chegou a querer ser astronauta, cineasta ou roqueiro. “Nunca tive um plano. Se você perguntasse para mim quando eu era criança ou adolescente, ou até quando comecei a escrever mesmo, com vinte e poucos anos, o que eu queria fazer da vida, eu dizia qualquer coisa. Já quis ser astronauta, diretor de cinema, tocava guitarra numa banda de rock”, conta Cuenca. Ele diz que nunca teve um fetiche pela profissão do escritor, pois achava que isso era uma coisa muito distante. “Eu sempre fui um bom leitor, comecei a ler muito precocemente. Entrava na biblioteca da escola para roubar livros. Estudava numa escola de freiras e elas não queriam que eu lesse certas coisas, mas eu adorava infringir certas leis e isso acabou influenciando a minha escrita”, afirma.
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