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Salve, guerreiros

30 de julho de 2006
1 min de leitura

“Não tem erro. Pega a estrada de M’Boi Mirim, quando passar a igreja de Piraporinha, vira à direita e vai dar de cara com a padoca. Na bifurcação, tem uma ladeirona, sobe e já é. Firmeza?” São essas as coordenadas de Alessandro Buzo para quem deseja chegar ao bar do Zé Batidão, sede do Sarau da Cooperifa, que acontece toda quarta-feira, às 20h30. No boteco, cerca de 200 pessoas dividem-se entre as mesas de plástico e a mureta do quintal. Cerveja de garrafa, carne-seca com mandioca cozida e um drinque especial, a “gostosinha”, caipirinha de limão com dois dedos de mel no fundo do copo e um palito de sorvete para mexer. São os carros-chefe da casa.

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