Alunos, educadores, escolas, editoras, gráficas, livrarias e papeleiros – por meio das respectivas entidades e associações – protestaram e, numa mobilização jamais vista, foram à luta
Fundação cancelou a autorização para compra sem licitação; contrato não havia sido assinado
Com intensa pressão da sociedade, incluindo das entidades do livro, inquérito do Ministério Público e decisão liminar, Secretaria de Educação anunciou que já comunicou o fato ao Ministério da Educação
Governo decidiu pela modalidade para a compra de livros literários digitais para escolas como material de apoio pedagógico; novo contrato não diz respeito a livros didáticos
Especialistas em educação, pais, alunos e professores manifestam descontentamento contra a decisão
Associação Brasileira de Autores de Livros Didáticos (Abrale) defendeu a produção dos livros inscritos no PNLD
Segundo a Abrelivros, recursos que seriam destinados às editoras na parcela paulista do Programa Nacional do Livro Didático devem voltar ao FNDE
'Educação para o futuro', de Renato Feder, aparece pela primeira vez na relação; Grupo Editorial Alta Books emplaca 11 novos títulos
Inquérito civil cita possíveis violações a princípios constitucionais, como gestão democrática do ensino público, obrigação do Estado de fornecer material didático, liberdade de ensinar e outros
De acordo com a entidade, resolução afeta cerca de 1,4 milhão de alunos e 100 mil professores, que receberiam gratuitamente quase 10 milhões de livros