Apanhadão: o impacto das telas no hábito da leitura dos jovens
Veja também: uma entrevista de Carla Madeira e os livros como artigos de luxo em tempos de inteligência artificial
A editoria de educação da Folha de S. Paulo publicou uma reportagem sobre o impacto das telas no hábito de leitura de jovens. Especialistas afirmam que apesar de disputar a atenção desse grupo com outros hábitos, o gosto pela leitura depende mais da influência familiar e do acesso a obras de interesse.
A Folha também reproduziu uma matéria da BBC sobre o mistério em torno do sumiço dos restos mortais do poeta García Lorca, e traduziu um conteúdo do Financial Times sobre livros de humanos se tornarem “artigos de luxo” no mundo da inteligência artificial.
O Estadão escreveu sobre o crescimento audiolivros eróticos entre o público feminino que busca uma experiência de leitura mais íntima e discreta. Além disso, o jornal paulista teve como tema a coleção pessoal de livros de Maria Prata.
O jornal O Globo pautou a chegada do primeiro romance de Annie Ernaux ao mercado editorial brasileiro e fez uma entrevista com Carla Madeira, que já retornou à Lista de Livros Mais Vendidos com seu novo romance Quando (Record).
O Metrópoles abordou o lançamento de Bons tempos (Rocco), um dos livros fenômeno de vendas em 2026 que tem como protagonista uma tradewife conservadora que volta no tempo, para o ano de 1855.
A revista Rosa publicou um dossiê de homenagem ao crítico literário José Miguel Wisnik. E O Diário de Pernambuco entrevistou o jornalista e escritor Xico Sá sobre o novo livro O tesoureiro (Todavia).
Leia Também
Gostou deste conteúdo?
Receba análises exclusivas como esta toda semana no seu email
Toda segunda e quinta
