E se um de seus pais fosse a Morte?
Sem aviso, a Morte nomeia Jocasta como sucessora, fazendo dela uma aliada poderosa... e um alvo gigantesco
Depois de uma vida inteira de caos, em A filha da Morte (Alt, 400 pp, R$ 64,90 — Tradução: Sofia Soter), de S. A. Barnes, Jocasta finalmente foi para a faculdade em uma cidade pequena e encontrou um lar com bons amigos, vida social, aulas interessantes e até uma situação amorosa complicada com o ex-monitor de uma de suas matérias. Enfim, uma vida normal… Ou o mais normal possível, considerando o fato de ela ser a filha da Morte. Jocasta se recusa a seguir o legado de seu pai, e em vez de sugar da vida de seus colegas de turma, ela se alimenta apenas de sentimentos negativos. Tudo parecia bem por um tempo, até a Morte arruinar tudo. Como sempre. Sem aviso, a Morte nomeia Jocasta como sucessora, fazendo dela uma aliada poderosa… e um alvo gigantesco. Para piorar, estão ocorrendo diversos assassinatos pelo campus e seja lá quem for o culpado está tentando incriminá-la.
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