Segredos de um Bicho-Papão
Depois de trinta anos, Chizmar continua sendo a única pessoa com quem o serial killer de sua cidade se abre
No verão de 1988, o jovem Richard Chizmar foi catapultado para o centro de um pesadelo quando um serial killer — apelidado pela mídia de Bicho-Papão — começou a assombrar sua pacata cidade natal. De lá para cá, muitas coisas mudaram. Muitas mesmo. Hoje, mais de trinta anos depois, o próprio Chizmar — apesar de já ter alcançado um certo nível de celebridade e fama como autor best-seller — continua sendo a única pessoa com quem o assassino se abre. Chizmar acredita que está prestando um serviço à comunidade ao visitá-lo na prisão, pois há outras vítimas, outros casos sem conclusão. Quem sabe assim o Bicho-Papão revela seus segredos, levando um pouco de paz às famílias enlutadas? Em O Bicho-Papão está de volta (Valentina, 464 pp, R$ 89,90 — Trad.: Marcello Lino), o autor acaba descobrindo que, para ir ao inferno e dançar com o diabo, há um preço a ser pago. O pesadelo está de volta e, ao que parece, mais aterrorizante, mais complexo, mais cruel.
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