Encontro improvável entre a obsessão pela morte e a paixão pela vida
Livro de Colin Higgins trata da beleza do efêmero, o valor das pequenas transgressões e o poder dos encontros improváveis
Harold tem dezenove anos e uma relação excêntrica, e um tanto sombria, com a morte. Entre passeios com um carro funerário e enterros de completos desconhecidos, ele leva sua vida em preto e branco. Já Maude, florida e livre, com seus quase oitenta anos, usa todas as cores: pinta sorrisos em estátuas e rouba carros para lembrar que tudo, inclusive a existência, é transitório. Quando seus caminhos se cruzam, o que nasce é uma amizade improvável e profundamente magnética. Com humor ácido, lirismo e uma ternura desconcertante, Ensina-me a viver (Editora Magnética, 128 pp, R$ 49,90 — Trad.: Ana Cristina Rodrigues), de Colin Higgins, é o resgate de um clássico pela editora Magnética ― uma história inesquecível sobre a beleza do efêmero, o valor das pequenas transgressões e o poder dos encontros improváveis.
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