Apanhadão da semana: o legado de Armando Freitas Filho (1940-2024)
Poeta morreu aos 84 anos; informação foi confirmada pela Companhia das Letras, que disse que a morte se deveu a 'complicações de saúde'
O noticiário da semana foi marcado pela despedida de Armando Freitas Filho – o poeta morreu aos 84 anos. A informação foi confirmada pela Companhia das Letras, que disse apenas que a morte se deveu a “complicações de saúde”. O Globo também detalhou a trajetória do escritor.
Na Folha, a jornalista e escritora Francesca Angiolillo escreveu sobre o poeta: “Filiava sua poesia à descoberta, na juventude, de Manuel Bandeira, João Cabral de Melo Neto e Carlos Drummond de Andrade, aos quais chamava “três mosqueteiros”, sem deixar de lado Ferreira Gullar, o “D’Artagnan”. Serviu de elo entre o modernismo e os novos e novíssimos autores hoje em atividade. Estes encontraram em Armando um mentor”.
O Estadão reproduziu uma entrevista do The New York Times com Matt Haig, autor do sucesso A biblioteca da meia-noite e que lança agora no Brasil o novo A vida impossível, ambos pela Bertrand. O jornal também publicou uma resenha de Luiz Zanin Oricchio sobre o filme Antonio Candido, anotações finais, que estreou essa semana nos cinemas, e uma crônica de Ignácio de Loyola Brandão sobre a Bienal do Livro.
O Globo noticiou a abertura de um painel de Machado de Assis na Academia Brasileira de Letras, e o lançamento do novo clube do livro da TAG com o influenciador Pedro Pacífico, o Bookster.
A revista Pequenas Empresas & Grandes Negócios contou a história da jovem que vem faturando com encadernações artesanais de livros. A Exame reuniu uma lista com 11 indicações de livros por parte de CEOs de grandes empresas, e a Zero Hora lembrou a primeira abertura da Feira do Livro de Porto Alegre, que chega aos seus 70 anos.
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