Apanhadão: Jornais buscam explicar como e por que a Saraiva faliu
Falência daquela que já foi a maior rede de livrarias do país repercutiu no fim de semana
A falência da Saraiva repercutiu com força nos jornais e portais de notícias ao longo do fim de semana. O Estadão preparou um material com a história da rede centenária, que já foi a maior rede do Brasil, e a Folha deu mais detalhes sobre o pedido de autofalência, que resultou na decisão judicial. O portal Economia em Pauta detalhou como e por que a Saraiva faliu, e o InfoMoney explicou o que acontece agora com os acionistas. Veja, Valor e Metrópoles também noticiaram o caso.
O Estadão ainda explorou um pouco o “efeito Sandy” sobre o livro A morte de Ivan Ilitch, de Tolstoi, e o Valor perfilou Pedro Pacífico, o bookster, cujo livro de estreia lançado pela Intrínseca vem chamando a atenção.
No Uol, a colunista Natalia Timerman escreveu sobre diminuir a sua própria biblioteca, em vez de aumentá-la, na coluna de Gilberto Amendola, no Estadão, uma entrevista com Socorro Acioli. O Pensar, do Estado de Minas, entrevistou a escritora argentina Mariana Enriquez e também o artista gráfico Tute, que está lançando um livro de tiras por aqui.
Em semana de Prêmio Nobel de Literatura, a Folha resenhou livros dos últimos vencedores: Abdulrazak Gurnah, Annie Ernaux e, claro, do próprio vencedor de 2023, Jon Fosse. O jornal ainda entrevistou Bernardo Carvalho, falou sobre a escritora Emília Freitas, autora de literatura fantástica do fim do século 19, menos conhecida, e informou que Arnaldo Baptista vai publicar um livro de contos escrito na época dos Mutantes.
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