Apanhadão da semana: acionista da Saraiva reduz participação e ‘sai atirando’
Empresária Alyssa Bruscato vendeu quase todas suas ações da empresa e encaminhou uma carta à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) elencando uma série de acusações e críticas
Um dos assuntos da semana foi a repercussão da movimentação no capital da Saraiva. A empresária gaúcha Alyssa Bruscato reduziu quase toda sua participação na empresa. De acordo com o Globo, Alyssa encaminhou uma carta à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) elencando uma série de acusações e críticas que já vinha fazendo nos bastidores da empresa e da Justiça, “do fechamento de lojas à contratação da consultoria KR Capital pela Saraiva, passando por supostos conflitos de interesse em votações”, segundo o jornal. O Uol destacou os dados financeiros da empresa que, entre abril e junho, teve prejuízo líquido de R$ 16,2 milhões.
Hoje (15), o G1 publicou uma reportagem sobre o erro do advogado Hery Kattwinkel no STF, ao confundir as obras O príncipe, de Maquiavel, com O pequeno príncipe, de Antoine de Saint-Exupéry. Além da confusão nas obras, o advogado usou a frase “os fins justificam os meios”, erroneamente atribuída à Maquiavel.
Na Folha de São Paulo, detalhes sobre o atual momento da carreira de Gilberto Gil, que é tema de dois livros ilustrados por Daniel Kondo, lançados pela editora WMF Martins Fontes.
Foi publicado n’O Estado de S. Paulo um texto com entrevistas de editoras, autoras e leitores detalhando mais sobre o “Romantasy”, um gênero literário que tornou-se fenômeno ao unir o amor épico a seres mágicos. O foco das obras estaria em mostrar uma fantasia cujo foco principal está no romance e na interação entre as pessoas – e não mais na jornada do herói.
No Terra, a notícia de que a polícia argentina fechou uma editora responsável por vender livros nazistas na internet, após dois anos de investigação. A ação das autoridades aconteceu em uma gráfica dentro de uma casa no subúrbio de San Isidro, em Buenos Aires.
Em uma entrevista para o SplashUol nos bastidores da Bienal do Livro Rio, a autora Julia Quinn, da saga Os Bridgertons , afirmou que é mais fácil ter representatividade em séries do que nos livros. Também na Bienal do Livro, fãs de Taylor Swift alavancaram vendas de livros inspirados na cantora.
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