A releitura do clássico que inspirou Mulan
Shelley Parker-Chan recria personagem de famosa lenda da dinastia chinesa Ming, na qual uma garota muda o próprio destino assumindo a identidade de seu falecido irmão
Em 1345, a China sofre sob o domínio mongol. Para os camponeses esfomeados das Planícies Centrais, a grandeza é algo que só se encontra em histórias. Quando Zhu Chongba, o oitavo filho da família Zhu, recebe um destino de grandeza, todos ficam intrigados; como acontecerá? O destino recebido pela sagaz e habilidosa segunda filha, por outro lado, é o que já esperavam. É neste cenário que se passa a obra Ela se tornou o sol (Alta Novel, 416 pp, R$ 84,90 – Trad.: Ana Beatriz Omuro), romance histórico inspirado na lenda que deu vida à Mulan, a história de Zhu Yuanzhang, o camponês rebelde que expulsou os mongóis e unificou a China. Escrita pela best-seller Shelley Parker-Chan, a história se desenvolve depois que a aldeia sofre um ataque de bandidos, deixando-a devastada e a maioria das famílias sem vida, e Zhu Chongba morre de desgosto. Determinada a mudar o próprio destino, a irmã do rapaz decide tomar seu lugar e assumir a identidade dele ao adotar o nome de Zhu. A jovem desafia todas as normas sociais da época, parte ao mosteiro budista e começa a traçar a própria sobrevivência em um caminho rumo à grandeza.
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