Sou Pagu, indignada no palanque
Patrícia Galvão é a homenageada da próxima Flip, e sua história é marcada pelo ativismo político e estético e pelo envolvimento com o movimento modernista
Em sua coluna em vídeo da semana, Tatiany Leite comentou a escolha de Pagu como a homenageada desta edição da Festa Literária Internacional de Paraty, a Flip, que este ano será realizada entre os dias 22 e 26 de novembro.
Taty conta a história de como Pagu conheceu o casal “Tarsiwald” – Tarsila do Amaral e Oswald de Andrade – e de como as relações entre os três se desenvolveram, de maneira dramática, ao longo dos anos.
As histórias estão no livro Autobiografia precoce (Companhia das Letras), escrito em 1940 e considerado o único texto autobiográfico da autora. Taty também comenta Parque industrial (Companhia das Letras), considerado pela editora “uma reflexão brutal sobre classe, gênero, poder e desejo”. O livro é uma amostra da preocupação contínua da autora com a questão social brasileira, movimentação que lhe rendeu problemas com a ditadura do Estado Novo.
Veja a coluna na íntegra:
Leia Também
Gostou deste conteúdo?
Receba análises exclusivas como esta toda semana no seu email
Toda segunda e quinta
