Emoções animais
Em livro infantil publicado pela Ases Literatura no selo Asinha, Natália Ramos escreve com um tom de contador de histórias, focando na memorização
Muita gente sabe que os cachorros e os gatos às vezes não se dão muito bem, agora o que não sabem é que existe um Cachorrinho que se chama Gatto e que às vezes, muito às vezes e em situações bem específicas, o cachorrinho vira um verdadeiro Ogro! Um Ogrocão! Tudo isso parece ser uma baita confusão! Mas garanto que essa história tem uma boa explicação!
Era uma vez um cão que se chamava gatto e que às vezes era um ogro: em noite de lua-cheia, é uma coleção de um Cachorrinho que se chama Gatto e que quando não consegue controlar algumas emoções vira um Ogro, o OgroCão muito fofo e sapecão.
Esse primeiro livro que está sendo lançado fala sobre o “sentimento raiva”, em como ela pode se manifestar e como pode ser controlada. A história foi criada com partes musicalizadas que ajudam na memorização e interação entre contador e crianças. Os enredos da coleção são baseados nos estudos da autora sobre a disciplina positiva e criadas para seu filho Bernardo, para ajudá-lo a navegar pelas mais variadas situações e emoções da primeira infância e que agora ela decidiu as compartilhar com todos.
As artes do livro são de Junior Marques, ilustrador referência no selo da editora asinha e que já colaborou em dezenas de outros títulos infantis. A autora, Nati Ramos, é formada em comunicação social, estudiosa e entusiasta da educação infantil e em sua casa pratica a criação com apego. Ela se entende por escritora desde sempre e afirma que “Depois de uma pausa na escrita de alguns anos, pois estava me dedicando a outros projetos, os livros infantis ressurgiram naturalmente quando nasceu meu filho Bernardo que hoje tem 5 anos. Leio para ele desde a barriga e sempre quando estamos juntos inventamos mil histórias, tanto que uma vez a professora dele me pediu o tal do livro do Ogro que o Bernardo falava muito nas aulas da escola e nós dissemos que era uma história que tínhamos escrito, dentre muitas outras. E desde então, muitas mães de alunos e amigos começaram a pedir cópias do que escrevemos. Comecei a receber também pedidos de contação de histórias em aniversários e foi aí que me deu um estalo, estava na hora de transformar as personagens criadas por nós em livros”.
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