O áudio como produto e profissão!
Em sua coluna, André Palme fala sobre o que tem sido mais relevante na indústria do entretenimento em áudio no Brasil e no mundo e sobre como chegar em um número cada vez maior de leitores, ouvintes e consumidores
Começando essa coluna – prefiro chamar de conversa – com dois grandes objetivos: servir como uma fonte de informação do que tem sido mais relevante na indústria do entretenimento em áudio no Brasil e no mundo (englobando aqui audiobooks, podcasts, audiodramas, séries em áudio, etc) e ajudar você na tomada de decisões sobre entrar ou não nesse jogo, manobrar melhor as variáveis dessa equação e chegar em um número cada vez maior de leitores, ouvintes e consumidores. Porque é isso que o áudio tem feito, não só com os audiobooks, mas com os podcasts e todos os outros tipos de histórias para ouvir que são cada dia mais, parte da rotina de uma fatia relevante do consumidor brasileiro.
O áudio não tem nada de novo, muito menos o consumo de conteúdos por este formato. Seja oralmente, depois pelo rádio, K7s, CDs e mais recentemente pelos apps. É importante pontuar que não estamos falando de algo que surgiu recentemente, mas que sempre esteve por aqui.
Mas algo mudou: a possibilidade de, como criador ou produtor de conteúdo, distribuir esse conteúdo por voz. Então quando falamos na indústria, do boom dos audiobooks ou do podcast se tornando um produto de massa, estamos principalmente – ou pelo menos primariamente – falando de uma mudança de dois grandes aspectos: distribuição e consumo.
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