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‘Grandes livros são sempre inovadores, é da natureza eterna da literatura’

29 de março de 2021
2 min de leitura
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Em ensaio especialmente escrito para o PublishNews+, Anna Luiza Cardoso, sócia da Villas-Boas & Moss e finalista do Prêmio Jovens Talentos 2020/2021, faz uma profunda reflexão sobre o seu trabalho de agente literária e a inovação

Desde a semana passada, os finalistas do Prêmio Jovens Talentos 2020/2021 têm apresentado, dentro do PublishNews+, ideias e defendido teses a partir do tema “inovação”. Na semana passada, foi Verena Alice Borelli, da Belas Letras, que falou sobre o desenvolvimento de equipes. Agora, chegou a vez de Anna Luiza Cardoso, sócia da Villas-Boas & Moss, falar sobre a inovação na lida de uma agente literária. “A inovação, no meu fazer, é subjetiva. E o que é do campo das ideias e das sensações é muito difícil de ser teorizado”, disse já no início da sua argumentação. “É claro que o mercado editorial passou por inúmeras inovações nos últimos tempos. Foram muitas as mudanças que acompanhei nos quase nove anos em que atuo como agente literária, muitas delas realmente inovadoras: novos formatos de leitura, novas formas de se vender livros, de se apresentar conteúdo ao leitor, de se chegar a ele, tendências de conteúdo em constante mutação. Tudo isso eu vi e vivi, vejo e vivencio no meu dia a dia. Mas sinto que no âmago do meu fazer diário, eu as tangencio”, seguiu. Todos os artigos do PN+ estão temporariamente abertos para quem se cadastrar na plataforma. Para acessar, basta informar nome, e-mail e criar uma senha. Os serviços, como o Radar de Licitações e o Apanhadão diário, seguem sendo exclusivos para assinantes. Para ler o artigo da Anna Luiza, basta clicar aqui.

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