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No Reino Unido, o comércio de livros superou as expectativas catastróficas de 2020

23 de fevereiro de 2021
1 min de leitura
Daunt Books, de Londres, é a livraria independente fundada por James Daunt, hoje CEO da britânica Waterstones e da americana Barnes & Noble | © Reprodução do site da livraria
Daunt Books, de Londres, é a livraria independente fundada por James Daunt, hoje CEO da britânica Waterstones e da americana Barnes & Noble | © Reprodução do site da livraria

Segunda matéria da série PubMagNet aponta que, apesar de todos os pesares, o negócio do livro foi bem na Terra da Rainha

O Reino Unido é o segundo país perfilado na PubMagNet, série de reportagens realizadas a partir de informações trocadas em um grupo de jornalistas, analistas e observadores do mercado editorial mundial que existe há mais de dez anos e do qual o PublishNews faz parte. Quem manda as informações é Benedicte Page, editora-adjunta do Bookseller. Ela informa que, no geral, o comércio de livros surpreendeu e superou as expectativas dos editores que entraram na primavera de 2020 apreensivos por conta da pandemia. “Houve um ressurgimento definitivo da leitura de livros durante os vários bloqueios, ajudado por um ano editorial muito forte”, disse. Para ler a íntegra da matéria, acesse o PublishNews+, área exclusiva para assinantes do PN.

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