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A história de como teria sido

01 de julho de 2019
1 min de leitura

Obra de Philip K. Dick traz uma visão assombrosa da história que poderia ter se tornado real caso a Alemanha nazista e o Japão tivessem ganhado a Segunda Guerra Mundial

Mil novecentos e sessenta e dois, a suástica é hasteada em Nova York. A escravidão é legal, os judeus tentam sobreviver e o I Ching é tão comum quanto horóscopo. Na distopia O homem do castelo alto (Aleph, 312 pp, R$ 49,90 – Trad.: Fábio Fernandes), Philip K. Dick traz uma visão assombrosa da história que poderia ter se tornado real caso a Alemanha nazista e o Japão tivessem ganhado a Segunda Guerra Mundial. Este livro angustiante – adaptado pela Amazon Prime e ganhador do prêmio Hugo de melhor romance – estabeleceu Philip K. Dick no gênero, quebrando a barreira entre a ficção científica e o romance filosófico. Com design de Giovanna Cianelli, a capa conta também com ilustração inédita de Rafael Coutinho, que inspirado pelas obras de Norman Rockwell salienta um dos aspectos mais sombrios do livro: quão próxima da nossa realidade é a história alternativa criada por Dick.

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Talita Facchini

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