À moda antiga
Publicação independente fala sobre os tempos românticos da publicidade
As sociedades mudaram muito desde a popularização dos computadores pessoais, na década de 1990. O nosso jeito de se comunicar, de se informar, de consumir e, sobretudo, de trabalhar sofreu alterações fundamentais. É comum a gente se perguntar: como era (ou como seria) mesmo a nossa vida sem eles? É o que Júlio Ernesto Bahr, publicitário das antigas, busca responder no e-book Criações gráficas nos tempos pré-computador (edição do autor disponível na Amazon KDP, R$ 12). O livro registra um período histórico da propaganda brasileira, explicando e apresentando termos como bendays, retículas, provas glacê, que acabaram caindo em desuso graças às facilidades da vida moderna. Cheia de ilustrações, a obra mostra de que forma, muito antes da chegada dos computadores e seus programas gráficos, ocorrida na década de 1990, os criadores publicitários executavam seus trabalhos na prancheta de desenho.
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