Frankfurtianas: saiba o que foi destaque nos últimos dias em Frankfurt
Aqui você acompanha algumas notas curtas que nossa equipe apurou em Frankfurt nos últimos dias da feira
Há três semanas da Feira Internacional do Livro de Sharjah, a Sharjah Book Autority (SBA) aproveitou a Feira de Frankfurt para promover o seu evento. “Nossa participação em Frankfurt menos de um mês antes de lançarmos a 37ª edição da nossa Feira tem sido um passo oportuno na promoção das pessoas e na conscientização sobre o principal evento literário anual da região árabe. Este ano, a SIBF já conta com 77 países em todo o mundo”, contou Al Ameri, que preside a Sharjah Book Authority.
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A 70ª edição da Feira do Livro de Frankfurt terminou com um aumento de 0,8% no número de visitantes no fim de semana e uma ligeira queda de 1,8% durante os dias comerciais. No geral, a participação internacional aumentou na feira este ano, tanto em expositores quanto em visitantes profissionais (foram 7.503 expositores de 109 países).
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O presidente da feira, Juergen Boos, disse que o evento é o lugar ideal para discutir tópicos que afetam a comunidade global. “Uma série de tópicos predominou durante as atividades deste ano, incluindo a importância dos direitos humanos, juntamente com o deslocamento e a migração, o populismo e o engajamento cívico”.
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Em Frankfurt, a Estação Liberdade bateu o martelo e comprou o livro La scopa di don Abbondio, de Luciano Canfora. O ensaio do historiador italiano trata dos movimentos violentos da história. A editora de Angel Bojadsen ficou também com o romance Os carregadores de água, do afegão Atiq Rahimini. O livro sai na França em janeiro depois que o cineasta e escritor voltar de Ruanda, onde está rodando um filme baseado na obra de Scholastique Mukasonga.
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