Salvar ou trair?
Baseado no presidente dos EUA, Donald Trump, livro conta a história de um presidente autoritário e de uma mulher que descobre que estão tentando mata-lo
Em clara referência ao presidente americano Donald Trump e suas controversas ações e palavras, o escritor Sam Bourne resolveu escrever a ficção Matem o presidente (Record, 406 pp, R$ 44,90 – Trad.: Clóvis Marques). Na trama, os EUA acabaram de eleger como presidente um homem instável, machista e demagogo. Quando uma guerra de insultos com o regime da Coreia do Norte foge do controle, o presidente chega a ordenar o lançamento de um ataque nuclear – algo que coloca o mundo inteiro em risco. Paralelamente a isso, Maggie Costello, experiente funcionária de Washington, descobre um plano dentro da própria Casa Branca para matar o presidente. Assim, ela, cujos princípios são completamente opostos aos do líder do país, enfrenta um dilema: salvá-lo ou traí-lo? O autor sabe do que fala: Sam Bourne é o pseudônimo do premiado jornalista inglês Jonathan Freedland, que trabalhou durante muitos anos para o Guardian como correspondente internacional em Washington, e hoje assina uma coluna no jornal inglês.
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