Lázaro Ramos, um furacão que arrastou multidões na Flip
'Quero acreditar que todos aqui tenham se transformado em embaixadores da luta contra o preconceito', disse o ator e autor ao 'Estadão'
Foi como se um furacão tivesse passado por Paraty, mas cujos ventos plantaram ideias ao invés de destruir. Lázaro Ramos chegou à cidade fluminense, na quarta-feira (26), na condição de um dos autores participantes da 15.ª Festa Literária Internacional de Paraty, a Flip, encerrada ontem, e se foi, no sábado, aclamado como pop star ou, mais conveniente, um best-seller, depois de todas suas participações no evento terem arrastado pequenas multidões. “Fiquei realmente surpreso com essa recepção, foi muito além do que eu esperava”, disse ele ao Estadão, poucos minutos antes de voltar ao Rio de Janeiro. “Mas não acho que o jogo está ganho, há muito ainda o que se fazer.” Por conta de seu livro recém-lançado, Na minha pele (Objetiva / Companhia das Letras), no qual estabelece um diálogo franco com os leitores sobre pluralidade cultural, racial, étnica e social, Lázaro foi convidado pela Flip. Afinal, ao criar um caldeirão de ideias, no qual se misturam autobiografia e diário, costurados por uma escrita sincera, ele se aproxima das grandes temáticas defendidas por Lima Barreto, o escritor homenageado desta edição. Para conferir a entrevista completa, clique aqui.
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