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‘Uma Sensação Estranha’, livro do turco Orhan Pamuk, retrata o humanismo dos seres mais humildes

03 de abril de 2017
1 min de leitura

Em entrevista ao Estadão, o escritor fala sobre o seu novo romance, ambientado em Istambul

A adoração do escritor Orhan Pamuk por Istambul, a metrópole de sua Turquia, já se tornou notória. Em seu mais recente romance, por exemplo, Uma sensação estranha, lançado agora pela Companhia das Letras, Pamuk escreve, logo nas primeiras linhas, que Istambul é a capital do mundo. O livro, na verdade, tem a cidade como um protagonista onipresente ao acompanhar a trajetória de Mevlut, vendedor ambulante que passeia pelas ruas com potes de iogurte, arroz, ervilha e boza, típica bebida turca, feita com trigo fermentado. O romance acompanha a trajetória de Mevlut desde os anos 1960 até chegar aos dias atuais, período em que Istambul sofre mudanças radicais, com a chegada de imigrantes e um rápido desenvolvimento. Ao atingir a meia-idade, Mevlut observa o retrato de uma sociedade em busca dos benefícios da modernização. O Estadão fez uma entrevista com Pamuk, que foi vencedor do Nobel de Literatura em 2006. Para acessá-la, clique aqui.

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