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Tudo pronto pra Black Friday

24 de novembro de 2016
2 min de leitura
Em ano difícil, promoções de fim de ano podem dar um respiro nas contas dos varejistas de livros no Brasil | © Leonardo Neto
Em ano difícil, promoções de fim de ano podem dar um respiro nas contas dos varejistas de livros no Brasil | © Leonardo Neto

Em ano difícil, promoções de fim de ano podem dar um respiro nas contas dos varejistas de livros no Brasil

O brasileiro, definitivamente, tomou gosto pelas promoções
da Black Friday e as principais varejistas de livros do país, claro, aderiram. A
Saraiva, por exemplo, promete dar descontos em mais de três milhões de exemplares
e ainda prepara uma ação especial no ambiente online com as influenciadoras
digitais Mikannn e Carol Moreira, que comandam um live no site da Saraiva,
trazendo conteúdo integrado às ofertas, na manhã do dia 25, das 10h30 às 12h. A
Amazon promete descontos de até 90% em 45 mil títulos livros (impressos e
digitais). O livro
Perfume de sonho (Paisagem),
de Sebastião Salgado, por exemplo, que custa R$ 259,90 sai por R$ 99,90 e a
edição americana de
Fantastic beasts and
where to find them
, de J.K. Rowling, de R$ 119 pode ser comprado por R$
58,90. Além disso, a Amazon está dando desconto fixo de R$ 100 na compra do
Kindle, o seu e-reader. O modelo mais simples sai por R$ 199 e o Paperwhite
Wi-Fi, por R$ 379. A Livraria Cultura está com descontos de até 70% em livros.
A versão em inglês de
Harry Potter and
the cursed child
, por exemplo, caiu de R$ 159 para R$ 59 e livros da série
StarWars publicados pela Aleph estão com descontos superiores a 70% e saem por
R$ 13 (o preço de capa é R$ 59,90). A aposta é que, com as vendas da Black
Friday, o varejo possa ter um alívio nas suas contas. De acordo com dados do
Painel das Vendas de Livros no Brasil, apurados pela Nielsen a pedido do
Sindicato Nacional dos Editores de Livros (SNEL), de janeiro a outubro, as
livrarias venderam quase 4,5 milhões de exemplares a menos do que no mesmo
período de 2015, queda de 13,55%. E isso, claro, refletiu no faturamento que
apresentou queda nominal (sem considerar a inflação no período) de 4,92%, em
comparação ao igual período do ano anterior.

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