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Novo ensaio revê Artaud em traços, gestos e movimentos

05 de setembro de 2016
1 min de leitura

Livro de Ana Kiffer analisa importância do ‘pensamento do corpo’ para o autor

Sofrendo com internações constantes em asilos psiquiátricos no seu último período de vida, o poeta, dramaturgo e escritor Antonin Artaud (1896-1948) tinha em mãos apenas precários cadernos escolares, nos quais rabiscava superando as dores dos agressivos tratamentos da época. Ao colocar esse exercício físico, psíquico e estético do traçar no cerne da derradeira fase de criação do autor francês, a pesquisadora e Professora do Departamento de Letras da PUC-RJ, Ana Kiffer, apresenta uma tese original. Em seu recém-lançado ensaio Antonin Artaud (EdUERJ), ela analisa a “plástica-poética do traço” do gênio maldito, que, ao aliar a escrita, o desenho e a rítmica poética intensificou a experiência de um singular “pensamento do corpo”, subvertendo os pilares dos modelos de reflexão europeus. A entrevista na íntegra você na coluna de Bolívar Torres.

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Talita Facchini

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