Grandes livrarias resistem ao crescimento do mundo digital e oferecem experiências novas
Espaços com mais conforto e serviços surgem para resistir aos baixos números das vendas
Mesmo com a queda recente nas vendas, as grandes livrarias resistem e se renovam. Os espaços oferecem ao cliente leitor, um número cada vez maior de novas experiências. Em entrevista à GloboNews, Rui Campos, sócio da Livraria da Travessa afirma que para ser uma boa livraria tem que se ter um bom acervo e atendimento. “Esses dois fatores são os grandes investimentos da livraria”. Como não há nenhuma escola de livreiros no país, a formação acaba acontecendo no dia a dia durante o trabalho. Todos os meses, a livraria recebe em média 5 mil novidades e isso em um momento em que o mercado não mostra números tão favoráveis. Sem considerar as compras feitas pelo governo de livros didáticos, de 2014 para 2015, o número de livros vendidos caiu 8%. Ou seja, é preciso se reinventar para segurar e conquistar antigos e novos leitores. Depois de um ano fechada, a tradicional Livraria Leonardo Da Vinci foi reaberta. “Nós oferecemos um novo espaço agora com muito mais conforto, mais serviços e mais amplo. Eu diria que é um lugar real, onde você encontra livreiros que entendem de livros, variedade de livros e variedade de editoras e isso pode dialogar com boa parte dos leitores”, completa Daniel Louzada, dono da Livraria Leonardo Da Vinci.
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