Maria Bethânia emociona na abertura da Bienal, lê Mia Couto e manda beijinho no ombro
A cantora disse acreditar numa educação pública de qualidade e se apresentou como um exemplo disso: 'Veja eu, Maricotinha, abrindo a Bienal do Livro. Beijinho no ombro'
“Eu, Maricotinha, aluna de escola pública, abrindo a Bienal
do Livro. Não é lindo?”. Foi assim que Maria Bethânia encerrou sua apresentação
na manhã desta quarta-feira, 26, não sem antes pedir desculpas por ter
ultrapassado os 40 minutos combinados – não que alguém tenha achado ruim
ouvi-la cantar e ler trechos de poemas e livros, noticiou a coluna Babel. A
cantora, ligada ao universo literário há muito tempo, fez uma versão reduzida
de seu show Bethânia e as palavras, antes dos discursos habituais na cerimônia
de abertura da Bienal Internacional do Livro de São Paulo – apenas o ministro
da Educação, Mendonça Filho, evitou o microfone.
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