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Um ano depois da tragédia, Rio Doce é homenageado em livro

11 de julho de 2016
1 min de leitura

'Um dia, um rio' de Léo Cunha e André Neves sai pela Pulo do Gato no segundo semestre

Às vésperas do primeiro aniversário da tragédia de Mariana, ocorrida em novembro, a Pulo do Gato manda para as livrarias, no segundo semestre, Um dia, um rio. O livro – ao mesmo tempo uma homenagem ao Rio Doce e um manifesto – foi idealizado pela editora Márcia Leite, que logo convidou o escritor mineiro Léo Cunha, também jornalista, professor e tradutor. Ele aceitou prontamente o desafio. Depois, ela convidou o ilustrador André Neves, autor de Tom (Prêmio Jabuti 2013), para fazer parte do projeto. Ele também se encantou com a ideia e já trabalha na obra. O livro é cheio de poesia, assombro e lamento. “Queremos dar voz ao rio e, por meio da literatura, do livro ilustrado, também dar voz ao que não pode calar: a capacidade de nos indignarmos e protestarmos, mesmo que seja pelo simbólico e pela possibilidade de comover”, explicou a editora à coluna Babel do último sábado.

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