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O legado do Flipoços 2016

02 de junho de 2016
2 min de leitura
Crianças e adolescentes mais interessadas em literatura são algumas das heranças do Festival | © Bruno Alves
Crianças e adolescentes mais interessadas em literatura são algumas das heranças do Festival | © Bruno Alves

Crianças e adolescentes mais interessadas em literatura são algumas das heranças do Festival

Incentivar os jovens a escrever e colocá-los em contato com bons escritores em potencial é um dos maiores legados do Flipoços – Festival de Poços de Caldas. Segundo Gisele Ferreira, curadora e diretora da GSC Eventos Especiais, empresa que organiza o evento há 11 anos, o festival faz com que cada vez mais gente da cidade e região se apaixone pela escrita e pelos livros. Uma delas é Victória Silveira Domingues. Aos dez anos, aluna do Colégio Municipal Dr. José Vargas de Souza, a menina tomou gosto pela escrita. Aos 14 anos, as redações dela eram sempre elogiadas. Nessa época, a jovem, que até então tinha receio de mostrar o que escrevia por considerar algo íntimo, já era obrigada a colocar os textos à prova. Hoje, aos 17 anos, ela não tem mais porque esconder suas produções, já que é reconhecida como um talento. Victória conquistou, em 2016, o bicampeonato do concurso estudantil do Festival Literário de Poços de Caldas (Flipoços), com uma redação sobre Machado de Assis, na categoria Ensino Médio. Ela concorreu com outros 21 candidatos – no geral, o concurso bateu o recorde de inscrições com 149 redações e 276 desenhos. Neste ano, o Festival ocorreu entre os dias 30 de abril e 8 de maio na cidade mineira.

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