Publicidade
Voltar CLIPPING

“Faltam negros no palco da Flip, mas também na plateia”, diz Paulo Werneck

30 de maio de 2016
1 min de leitura

Paulo Werneck, curador da Festa Literária de Paraty, defende sintonia do evento com transformações sociais

A Festa Literária de Paraty (Flip) chega ao seu 14º ano com um dos menores orçamentos de sua história, dando, porém, um passo que muitos esperavam dela há tempos, com uma presença feminina expressiva na lista de convidados. Dos 39 autores que virão à festa no litoral fluminense de 29 de junho a 3 de julho, 17 são mulheres (44%). Paulo Werneck, curador da festa pelo terceiro ano consecutivo, reforça que a crescente presença feminina em Paraty tem a ver com um “compromisso do evento com o debate”, ao mesmo tempo que responde ao clamor de quem tomou as ruas em prol dessa causa em 2015. Uma das críticas que surgiram, no entanto, foi sobre a falta de escritores negros na seleção. Jornalista e editor que vivencia o evento desde o começo, Paulo disse em que se esforça para preencher as lacunas e defende que toda transformação social precisa acontecer tanto no palco como na plateia da Flip. O curador concedeu uma entrevista ao El País, que pode ser lida aqui. Na entrevista, Werneck declarou que “faltam negros no palco da Flip, mas também na plateia”

Tags:
Compartilhar:

Leia Também

Gostou deste conteúdo?

Receba análises exclusivas como esta toda semana no seu email

Toda segunda e quinta
Publicidade