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Voltar MERCADO EDITORIAL

Argentina vive, só agora, febre do livro de colorir

26 de abril de 2016
2 min de leitura
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'Jardim secreto' e 'Floresta encantada' só saíram em outubro

Por aqui, as vendas dos livros de colorir já amainaram, mas
no ano passado chegaram a representar mais de 17% do volume de vendas das
livrarias, conforme demonstrou o
Painel
das Vendas de Livros
(SNEL / Nielsen). Já no país dos nossos Hermanos, eles
vivem seu auge.
El jardín secreto e El bosque encantado, as versões
portenhas dos nossos velhos conhecidos
Jardim
secreto
e Floresta encantada,
saíram lá em outubro do ano passado, publicados pela V&R. Maria Inés
Redoni, CEO da editora, disse que já foram impressos 140 mil exemplares do
Jardim secreto e 80 mil do Floresta encantado. E novas reimpressões
devem vir por aí em breve. “Nós já conhecíamos muito bem esse mercado, já que,
no nosso catálogo já havia diversos produtos semelhantes, como os livros de
mandala, que vendem muito bem já há muito tempo”, comentou a CEO em entrevista
ao PublishNews durante as Jornadas Profissionais da Feira do Livro de Buenos
Aires. A V&R alcançou 53 títulos de colorir em seu catálogo, dez deles vieram a reboque dos mega-sellers de Johanna Basford. E a editora não deve parar por aí. Prepara para logo mais três lançamentos derivados dos dois livros: uma versão “notebook”, medindo 15 x 21 cm (os livros tradicionais, como aqui no Brasil, medem 25 x 25 cm) e os dois títulos ganham também uma nova edição em postais.

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