Em época de vacas magras, estande brasileiro em Frankfurt míngua
Espaço coletivo organizado pelo Brazilian Publishers perde auditório e diminui área
Na edição passada da Feira do Livro de Frankfurt, o estande brasileiro ganhou uma novidade: um miniauditório no qual autores e editores se revezaram para falar um pouco sobre a realidade da indústria do livro no País. A experiência não será repetida em 2016. O estande brasileiro, que no ano passado tinha quase 250 m², perdeu novamente esse espaço e ficará menor. Algo entre 150 e 180 m², disse Luiz Alvaro Salles Aguiar Menezes, gestor do Brazilian Publishers (BP), projeto setorial resultado da parceria entre a Câmara Brasileira do Livro (CBL) e a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex).
“Ainda não temos muitas definições quanto a nossa participação em Frankfurt em 2016. O que posso dizer com certeza é que teremos uma participação com o BP, reforçando especificamente nossa área de negócios focando todos os esforços em aumento da exportação. Por hora, fizemos a redução tirando o auditório e preservando integralmente a área de negócios que comporta aproximadamente 25 empresários”, disse Luiz Alvaro.
Um dos resultados dessa diminuição, aponta o gestor, é a diminuição dos custos de participação. “Dessa maneira, mantemos o investimento naquilo que nos proporciona maior retorno no curto e médio prazo. Temos que continuar investindo em nossas exportações mas estamos, de fato, em um ano de crise”, concluiu.
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