Publicidade
Voltar CLIPPING

Nos 20 anos da morte de Caio Fernando Abreu, escritores e amigos relembram o convívio

21 de fevereiro de 2016
1 min de leitura

Tão angustiado, sofrido e suicida, Caio F. morreu em 25 de fevereiro de 1996, aos 47 anos, ‘amando a vida’

Caio Fernando Abre morreu no dia 25 de fevereiro de 1996, aos 47 anos, em Porto Alegre, pouco mais de dois anos após se descobrir portador do HIV. Hoje, 20 anos depois, escritores que conviveram com o autor de Morangos mofados falam sobre a trajetória de um dos principais autores brasileiros da segunda metade do século passado. Na opinião do também gaúcho Fabrício Carpinejar, Caio abriu uma frente para os autores de seu Estado, até então presos ao romance histórico. “Com ele, ingressamos na temática urbana, no realismo psicológico, na introspecção. Nunca ninguém foi tão catártico e confessional como Caio”, diz o poeta que estreou na literatura pouco depois da morte do autor. “Essa é a literatura em que acredito. É furiosa, passional, inconstante, mas tem a retaguarda da disciplina e da arquitetura. A busca pela simetria – nem que seja a simetria do caos. Sempre foi um artesão que trabalhava e retrabalhava seus contos”, completa. [Além de Carpinejar, Mário Prata, Marcelino Freire, Paula Dip e Marcelo Rubens Paiva estão entre os autores e personalidades que deram depoimentos para essa matéria que pode ser lida na íntegra clicando aqui].

Compartilhar:

Leia Também

Gostou deste conteúdo?

Receba análises exclusivas como esta toda semana no seu email

Toda segunda e quinta
Publicidade