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Georges Didi-Huberman e os distintos usos da imagem

07 de dezembro de 2015
1 min de leitura

Filósofo e historiador da arte francês lança no Brasil livros sobre Charcot e Bataille

O hospital La Salpêtrière, criado em Paris no século XVII, receberia dois séculos depois milhares de mulheres, presas ali por suas manifestações histéricas. A título de investigação da histeria, o médico Jean-Marie Charcot fotografava as crises das suas pacientes em busca de um registro objetivo que pudesse auxiliá-lo. A iconografia produzida por Charcot, publicada entre 1875 e 1880, foi o primeiro objeto de estudo do hoje célebre filósofo e historiador da arte francês Georges Didi-Huberman, publicado originalmente em 1982. A invenção da histeria: Charcot e a iconografia fotográfica da Salpêtrière (Contraponto/Museu de Arte do Rio, 504 pp, R$ 88 – Trad.: Vera Ribeiro) é agora publicada Brasil junto a outra obra inédita do autor, A semelhança informe ou o gaio saber visual segundo Georges Bataille. Os dois livros são uma coedição do Museu de Arte do Rio (MAR) e da Editora Contraponto.

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