‘Eu sou da fronteira entre culturas’, diz Mia Couto
Moçambicano lança seu primeiro romance histórico e reflete sobre a memória
O moçambicano Mia Couto escreve sempre no limiar entre
culturas, a portuguesa e a dos povos originários do seu país. Em
Mulheres de cinzas (Companhia das
Letras), seu primeiro romance histórico que abre a trilogia
As areias do imperador, o escritor
aborda o encontro violento das linhagens que formam a identidade de Moçambique.
A história se passa no final do século XIX, período em que o sul do país foi
palco de confrontos entre os colonizadores lusos e as tropas de Ngungunyane,
último líder do segundo maior império do continente comandado por um africano.
Na próxima quarta-feira (18), ele vai lançar o livro no CCBB do Rio, às 18h30m.
Clique
aqui
e leia a entrevista que o jornal O Globo fez com o autor.
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