Biblioteca em novo ritmo
Presidente da BN busca viabilizar filial na zona portuária do Rio de Janeiro
Já não há goteiras na Biblioteca Nacional (BN). O reparo dos telhados e das claraboias da instituição, no centro do Rio, levou dois anos para ser realizado, mas ainda falta a reforma das instalações elétricas, que vão permitir a instalação de um sistema de refrigeração. Os R$ 34 milhões do BNDES e R$ 25 milhões do PAC das Cidades Históricas custearão ainda modernização dos armazéns, restauração da fachada e remodelação do foyer, que será área expositiva. À frente da casa desde abril de 2013, o cientista político Renato Lessa assumiu a gestão não apenas de obras bibliográficas, mas também de crises e obras para responder ao histórico recente de vazamentos, queda de rebocos do prédio, risco de incêndio e condições inapropriadas de acondicionamento. Lessa já vislumbra planos. Na carona da revitalização da zona portuária, a construção de uma biblioteca pública na região tornou-se o projeto mais importante da instituição. Até fevereiro, Lessa espera a conclusão do projeto executivo desenvolvido pelo escritório Arquiteto Hector Vigliecca e Associados, vencedor do concurso promovido pela BN, em parceria com o Instituto de Arquitetos do Brasil. “É um grande desafio e muito melhor do que ficar apagando incêndio”, diz.
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