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Fim de feira

04 de outubro de 2015
1 min de leitura

Para Luciana Villas-Boas, crise vai fortalecer autores brasileiros em negócios durante a Feira de Frankfurt

Como diria a antiga marchinha, “Este ano não vai ser/igual àquele que passou” na Feira do Livro de Frankfurt. Como recorda a agente literária Luciana Villas-Boas, a partir do Plano Real e com auge entre 2008 e 2012, os editores brasileiros passaram a ser os mais paparicados na semana da feira. “Isso porque a concorrência por títulos fortes internacionais entre os brasileiros tornara-se feroz”, disse a agente à coluna de Ancelmo Gois. Já este ano, Luciana teme que, com o Brasil em crise, os nossos editores se sintam meio jogados às traças: “O único ponto positivo é que essa crise, fatalmente, beneficiará a literatura brasileira. Neste meio tempo, os editores daqui, finalmente, aprenderam que podem ganhar dinheiro com nossa literatura”, completou a agente.

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