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Raphael Montes mergulha no terror em ‘O vilarejo’

28 de setembro de 2015
1 min de leitura

Montes adianta que 2016 será um ano de ‘realizações audiovisuais’. ‘Dias felizes’ será adaptado para o cinema por Daniel Filho, e o autor pretende terminar o roteiro de seu primeiro longa.

Asmodeus, Belzebu, Mammon, Belphegor, Satan, Leviathan e Lúcifer batizam os sete capítulos de O vilarejo (Suma de Letras), primeira incursão de Raphael Montes pelo terror. O autor carioca usou uma definição de 1589, feita pelo padre alemão Peter Binsfeld, para costurar sete contos, cada um deles sobre um pecado capital. Em um pequeno vilarejo, famílias tentam sobreviver às intempéries da guerra. O desmoronamento psicológico dos personagens, diante de situações extremas, é o ponto comum das narrativas. Invariavelmente, o mal emerge de dentro das pessoas. Montes adianta que 2016 será um ano de “realizações audiovisuais”. Dias felizes será adaptado para o cinema por Daniel Filho, e o autor pretende terminar o roteiro de seu primeiro longa. Ele também trabalhou como roteirista de dois programas de TV, que devem estrear em breve: as minisséries SuperMax, da Globo, e Spinosa, do GNT. A segunda é inspirada em uma história de Luiz Alfredo Garcia-Roza, um dos maiores autores de literatura policial no Brasil.

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