Jeff Kinney diz que nunca quis ser escritor infantil
Autor de ‘Diário de um Banana’ conversou com o público na Bienal do Rio
“Eu não me sentia mais muito ‘banana’ na escola, tinha alguém nos livros que compartilhava as coisas que eu vivia”, disse uma garota da plateia que acompanhou o papo com Jeff Kinney, autor de Diário de um Banana, no começo da noite deste domingo na 17ª Bienal Internacional do Livro do Rio de Janeiro. A garota que sofria bullying no colégio encontrou na obra o personagem Greg Heffley, um companheiro que lhe ajudou a conviver ou superar a situação. Greg protagoniza as histórias ilustradas da série que já vendeu mais de 5 milhões de exemplares pelo mundo – 500 mil deles no Brasil – está traduzida em 28 línguas e chegará à décima edição neste ano, quando, no dia 3 de novembro, Diário de um Banana – Velhos tempos será lançado em todo o mundo. Kinney falou muito sobre sua trajetória até criar o best-seller. “Nunca quis me tornar um escritor de livros infantis, queria fazer charges para o jornal”, afirmou.
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