Editoras faturam mais na 17ª Bienal Internacional do Livro do Rio
Em meio à crise econômica, faturamento cresceu 10% em relação à edição passada
Em meio à crise econômica, os primeiros resultados financeiros conquistados pelas editoras na Bienal do Rio foram animadores: o balanço inicial dos dias iniciais apontou, na maioria delas, para um faturamento superior ao mesmo período da edição de 2013 de pelo menos 10%. A crise, no entanto, freou investimentos, até mesmo nos mínimos detalhes. A Record, por exemplo, montou um estande sem seu tradicional deck, onde eram recebidos escritores e convidados. As reuniões sociais continuam, mas em um espaço mais reduzido. As editoras também minimizaram custos com o pessoal, desde reduzindo o número de funcionários até criando soluções econômicas, como esquematizar o transporte até o longínquo Riocentro, estimulando caronas e divisão no uso do táxi. Também jantares com convidados foram reduzidos a quase zero.
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