Prêmios Brasília e Paraná ainda não pagaram vencedores
Por confusão interna ou falta de dinheiro, José Luiz Passos, Sônia Barros, Vanessa Barbara e Adriana Griner esperam seus prêmios
Costuma-se dizer que um escritor recém-premiado pode se dedicar com mais tranquilidade – financeira, que seja – à escrita da obra seguinte. Não foi o caso de José Luiz Passos. Autor de O sonâmbulo amador, o melhor romance do 2.º Prêmio Brasília de Literatura, ele tenta, há mais de um ano, receber os R$ 30 mil prometidos. Não que tenha sido fácil aos premiados das demais categorias. Foi exigido, deles, a emissão de nota fiscal, e isso causou rebuliço. Se a entrega oficial foi em abril, o dinheiro só começou a ser depositado, depois de muito barulho, no final de junho. Mas não o de Passos. No Paraná, a situação também é complicada. Vanessa Barbara, Sônia Barros e Adriana Griner ainda esperam os R$ 40 mil que ganharam em novembro. Coordenador do Prêmio Paraná de Literatura, Omar Godoy diz que o Estado passa reestruturação financeira e que o valor está empenhado. “O que falta é a liberação dos recursos por parte da Secretaria, o que pode acontecer a qualquer momento, mas não há previsão exata”, diz.
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