Marcio Tavares d’Amaral trata da história dos paradigmas filosóficos
Professor emérito da UFRJ marca o início da cultura ocidental no século I
Marcio Tavares d’Amaral não gosta muito de escrever. Pelo menos é o que ele garante, apesar dos 22 livros já publicados. Seu lugar preferido é a sala de aula, mais especificamente as da Escola de Comunicação da UFRJ, onde é professor desde a sua fundação, foi discípulo do filósofo Emmanuel Carneiro Leão, e chegou a professor emérito. Contudo, cobrado pelos alunos, iniciou um projeto ambicioso: escrever a história de 26 séculos dos paradigmas filosóficos, organizada em oito volumes. O primeiro, que inaugura a série e chega em maio às livrarias, aborda a patrística, escola de pensamento que vai do século I ao século VIII. A história contada em Os assassinos do sol — Uma história dos paradigmas filosóficos (Editora UFRJ) é resultado de cursos de pós-graduação ministrados entre 2002 e 2010, englobando dos pré-socráticos a Nietzsche.
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