Os ‘provos’ de Amsterdã
Livro narra o surgimento da contracultura na Holanda dos anos 1960
Em 1965, Amsterdã tornou-se o epicentro da juventude mundial. Jovens artistas e agitadores tomaram as ruas da cidade com seus ritos coletivos contra os fetiches da sociedade consumista. Era o movimento Provo (abreviação de “provocador”) e o surgimento da contracultura, cuja história é registrada no livro Amsterdã e o nascimento da contracultura (Veneta, 184 pp., R$ 34,90), do italiano Matteo Guarnaccia. De inspiração anarquista e dadaísta, os provos ganharam notoriedade com ações de subversão calcadas no humor e no desafio à autoridade. Em uma de suas intervenções mais famosas, os provos espalharam bicicletas brancas pela cidade, em protesto contra a indústria do automóvel. Começava aí a cultura do cicloativismo, que hoje ganhou o mundo.
Leia Também
Gostou deste conteúdo?
Receba análises exclusivas como esta toda semana no seu email
Toda segunda e quinta
