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Os ‘provos’ de Amsterdã

26 de fevereiro de 2015
1 min de leitura
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Livro narra o surgimento da contracultura na Holanda dos anos 1960

Em 1965, Amsterdã tornou-se o epicentro da juventude mundial. Jovens artistas e agitadores tomaram as ruas da cidade com seus ritos coletivos contra os fetiches da sociedade consumista. Era o movimento Provo (abreviação de “provocador”) e o surgimento da contracultura, cuja história é registrada no livro Amsterdã e o nascimento da contracultura (Veneta, 184 pp., R$ 34,90), do italiano Matteo Guarnaccia. De inspiração anarquista e dadaísta, os provos ganharam notoriedade com ações de subversão calcadas no humor e no desafio à autoridade. Em uma de suas intervenções mais famosas, os provos espalharam bicicletas brancas pela cidade, em protesto contra a indústria do automóvel. Começava aí a cultura do cicloativismo, que hoje ganhou o mundo.

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