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Obra lista opções para mudar ensino no país

01 de novembro de 2014
1 min de leitura

Amanda Ripley segue alunos em intercâmbio para expor sistemas educacionais

O livro As crianças mais inteligentes do mundo – E como elas chegaram lá (Três Estrelas, 424 pp., R$ 62 – Trad.: Renato Marques), de Amanda Ripley, é leitura obrigatória para quem se interessa por educação escolar. Pais, alunos e, principalmente, educadores e gestores públicos brasileiros poderão explorar os sistemas de ensino da Finlândia, Coreia do Sul e Polônia por meio dos relatos que a autora faz da experiência de intercâmbio de três adolescentes norte-americanos, Kim, Eric e Tom, que vão passar um ano estudando naqueles países. Pelos olhos desses três jovens absolutamente comuns e da narrativa dos percalços vividos no processo de adaptação aos três cenários, pode-se ter uma visão panorâmica do que seja a educação em países muito diferentes entre si e do contexto original de cada um, mas que, entre eles, compartilham o sucesso, ou pelo menos, o progresso na direção de educar bem a maioria de suas crianças e jovens (logro do qual o Brasil ainda não pode se orgulhar).

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