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Brasil volta mais enxuto à Feira do Livro de Frankfurt

08 de outubro de 2014
2 min de leitura

Comparando os números, é como se o País voltasse a ter o mesmo peso e presença das edições anteriores à homenagem

Passada a euforia de 2013, quando o Brasil foi o convidado de honra da Feira do Livro de Frankfurt e eram vistos por todos os corredores cartazes convidando o público a visitar o pavilhão do homenageado, o País chega mais discreto à edição deste ano, quando as atenções estão voltadas à Finlândia. Essa discrição é vista nos números. No ano passado, 181 editoras participaram do estande coletivo, organizado pelo Projeto Brazilian Publishers. Este ano, apenas 41 estarão lá. A internacionalização do negócio do livro requer um trabalho constante e a ausência dessas editoras pode ser vista como um passo para trás – ou, para o lado. Comparando os números, é como se o País voltasse a ter o mesmo peso e presença das edições anteriores à homenagem, mas Dolores Manzano, gerente executiva do Brazilian Publishers, vê essa queda como um movimento natural, e não como desistência. “Entendo como um momento de reflexão e avaliação, pois o  investimento para entrar no mercado internacional é alto”, diz. Jürgen Boos, presidente da Feira de Frankfurt, diz entender o esforço que é, para todos os envolvidos, ser o país convidado e que raramente é possível repetir a participação do ano da homenagem. No entanto, diz que uma das principais expectativas dos organizadores é que se consiga ter uma participação sustentável no mercado internacional.

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