Caio Fernando Abreu ficou pop só após morrer
A afirmação é feita por amigos do escritor, em documentário
“Quem já morreu fica num lugar quentinho, que a gente não vê, cuidando de quem ainda não morreu. E se você quiser agradar essa pessoa, é só fazer coisas de que ela gostava. Aí ela fica mais quentinha e cuida ainda melhor da gente”, escreveu Caio Fernando Abreu, referindo-se a Clarice Lispector, em seu livro As frangas, de 1989. A frase foi escolhida por Candé Salles, diretor do documentário Para sempre teu, Caio F., para saudar um grupo de amigos do escritor. Morto em 1996 de Aids, o gaúcho deve ter se sentido quentinho nos papos e memórias dos convidados da sessão privê realizada em São Paulo, antes da première do filme hoje no Festival do Rio. Clique aqui para ler a íntegra da coluna de Monica Bergamo, especial sobre o documentário.
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