Tradutores começam a chegar ao Brasil
Ao todo serão seis tradutores até novembro, vindos da Dinamarca, Croácia, México, Grécia, Argentina e França
Os seis tradutores selecionados pelo edital de 2014 do Programa de Residência de Tradutores Estrangeiros no Brasil, da Fundação Biblioteca Nacional, começaram a chegar ao País. Até o final da primeira semana de outubro já terão chegado os três primeiros: Tine Lykke Prado, vinda da Dinamarca para trabalhar na tradução de Água viva, de Clarice Lispector; Petra Petrac, da Croácia, para trabalhar na tradução de O mulato, de Aluísio de Azevedo; Luís Aguillar, do México, para trabalhar na tradução de Um estrangeiro na legião, de Roberto Piva. Entre outubro e novembro será a vez dos outros três: Kriton Iliopoulos, vindo da Grécia para trabalhar na tradução de Os Bruzundangas, de Lima Barreto; Bárbara Belloc, da Argentina, para trabalhar na tradução dos ensaios de Ferreira Gullar retirados de Argumentação contra a morte da arte e Cultura posta em questão e Didier Lamaison, da França, para trabalhar na tradução das cartas de Clarice Lispector contidas em Minhas queridas. Durante um período mínimo de quatro semanas, os tradutores poderão pesquisar diferentes aspectos das obras que estão traduzindo, dialogar com especialistas, consultar bibliotecas, arquivos e conhecer lugares e pessoas relacionadas ao universo de cada livro.
Leia Também
Gostou deste conteúdo?
Receba análises exclusivas como esta toda semana no seu email
Toda segunda e quinta
