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Lei paulista incentiva a produção de histórias em quadrinhos

15 de setembro de 2014
1 min de leitura

Cada projeto contemplado pelo ProAc ganha R$ 40 mil

Há quatro caminhos para publicar quadrinhos hoje no Brasil: 1) via editoras; 2) bancar do próprio bolso; 3) por meio de arrecadação coletiva de leitores na internet; 4) com o auxílio de leis de incentivo à produção. É deste último mecanismo que vem boa parte dos livros nacionais lançados neste ano. Dos títulos com narrativas longas publicados em 2014, cinco foram bancados pelo ProAc (Programa de Ação Cultural), do Estado de São Paulo. Mantido desde 2008, o edital voltado à criação de histórias em quadrinhos tem gerado desde então um lote anual de obras, publicadas individualmente pelos autores ou em parceria com editoras. Cumbe, lançado no último mês, foi um dos projetos contemplados [Leia resenha do livro publicada pela Folha de S. Paulo clicando aqui Para Marcelo D’Salete, criador da obra, sem a verba do edital, seria difícil viabilizar o trabalho. O autor, um dos 15 selecionados em 2013, ganhou R$ 40 mil para criar, editar e imprimir a sua história.

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