Encontros e choques em romance do curitibano Cezar Tridapalli
Obra que recebeu o Prêmio Minas Gerais de Literatura 2013, dedicado a inéditos, chama atenção para a cena local
O escritor paranaense Cezar Tridapalli ouviu o angolano José Eduardo Agualusa dizer, durante uma palestra em Curitiba, que escrevia seus livros só para descobrir como terminariam. Achou divertido, mas nunca conseguiu fazer nada parecido. Seu segundo romance, O beijo de Schiller (Arte & Letra), foi todo rascunhado em letra miúda, a lápis, em uma cartolina. Assim foram traçados os caminhos do escritor consagrado Emílio Meister, que faz sucesso escrevendo sobre as relações humanas, mas falha miseravelmente ao lidar com a mulher e a filha, e do arquiteto Luka, protagonista do novo livro de Emílio e que sofre com uma incapacidade crônica de se relacionar com as mulheres.
Leia Também
Gostou deste conteúdo?
Receba análises exclusivas como esta toda semana no seu email
Toda segunda e quinta