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Novo romance de Milan Kundera critica futilidade do mundo moderno

21 de julho de 2014
1 min de leitura

Livro mais recente chega ao Brasil pela Companhia das Letras, em edição de luxo e tiragem de 10 mil exemplares

O que une o umbigo feminino, uma exposição de Chagall, o câncer, Stálin, Paris e a União Soviética? Desse aparente “samba do crioulo doido”, o escritor tcheco naturalizado francês Milan Kundera, 85, tira um retrato irônico e desiludido do mundo contemporâneo em seu livro mais recente. A festa da insignificância (Companhia das Letras, 136 pp, R$ 36 – Trad. de Teresa Bulhões) chega agora ao Brasil em edição de luxo. A primeira tiragem terá 10 mil exemplares em capa dura. O livro narra a vida, um tanto quanto insólita, de cinco amigos na Paris de hoje, enredados na banalidade cotidiana e num mundanismo desprovido de sentido. Primeiro romance inédito de Kundera em 14 anos, o livro vem despertando grande expectativa. Na Itália e na França, chegou ao topo das listas dos mais vendidos (mais de 200 mil exemplares nos dois países) e recebeu elogios da crítica.

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